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Curiosidades

Você sabia que:

54% da exportações brasileiras de madeira serrada tem como origem a região amazônica, utilizando, em larga escala madeiras nativas.
Hoje, a região amazônica produz cerca de 25 milhões de metros de madeira em tora.
Estudos revelam que existem aproximadamente 150 espécies diferentes de madeira por hectare, do volume total de espécies conhecidas, apenas 10 a 15 espécies são utilizadas pelas indústrias madeireiras. Entre os problemas apontados está o fato que poucas são comercialmente conhecidas e aceitas pelo mercado, o que gera uma limitação de oferta, aumento das áreas de exploração e maiores danos à natureza.
Por hectare existem cerca de 300 árvores, considerando-se aquelas que possuem diâmetro igual ou superior a dez centímetros, e desse volume usualmente 8 a 10 árvores são abatidas por hectares, existindo ainda 2 a 3% desta área inevitavelmente sacrificada para abertura de estradas de acesso temporário.
A participação do setor madeireiro no PIB nacional é relativamente modesta (menos de 2%).
O compensado foi o primeiro painel de madeira produzido em nível mundial e até a década de 70, foi também o painel mais importante em termos de volume produzido.
Os desenvolvimentos tecnológicos das últimas 2-3 décadas permitiram disponibilizar ao mercado os painéis reconstituídos (aglomerado, MDF, OSB e outros), produzidos a partir de toras de pequeno diâmetro e de baixo custo. Como resultado, o compensado perdeu competitividade e participação no mercado durante os anos 80, quando o aglomerado passou a ser, em termos de volume, o painel mais importante em nível mundial.
O Brasil é ainda um pequeno produtor de compensados, especialmente se considerada a extensão de suas florestas. A produção total de compensado no Brasil nos últimos anos tem se mantido em tomo de 1,6 milhões de metros cúbicos, o que é equivalente a menos de 3% da produção mundial. A participação no comércio intencional também é ainda incipiente.
Atualmente, as lâminas de madeira são amplamente utilizadas, principalmente na produção de compensados e revestimentos. Este produto, entretanto, não surgiu nos atuais tempos modernos, e sim em tempos remotos da civilização. Com base nos recentes conhecimentos históricos, é possível afirmar que a primeira lâmina de madeira foi produzida no Antigo Egito, aproximadamente em 3000 A.C. As recentes descobertas arqueológicas revelam a existência de peças em madeira que são verdadeiras obras de arte, tais como o trono encontrado na tumba de Tutancâmon, que reinou de 1361 a 1552 A.C., confeccionado em cedro revestido com finas lâminas de marfim e ébano; uma cama feita em laburno, que apresenta algumas características essenciais do moderno painel de compensado em sua cabeceira.
Em 1650 as lâminas ainda eram obtidas por meio de serras verticais, mas um forte impulso surgiu a partir da patente da serra circular, em 1777, pro Samuel Miller, embora já existissem desde a Idade Média, e da serra de fita em 1808, por William Newberry, a partir da introdução da serra circular na indústria inglesa em 1805, houve um grande avanço na laminação de madeira, principalmente com o advento da primeiro patente de uma serra circular específica para laminação, concedida a um mecânico francês em 1812, e de seu emprego pela indústria a partir de 1825. Estas serras, que eram produzidas em Hamburgo, foram aperfeiçoadas mas, como característica de todas as serras, geravam uma grande quantidade de resíduos, o que levou ao surgimento da primeira máquina laminadora por faqueamento, patenteada por Charles Picot em 1834 na França, embora cerca de 30 anos tenham sido necessários para que um modelo suficientemente eficaz e seguro surgisse.
A primeira máquina a produzir lâminas contínuas, por faqueamento de toras de madeira em tomo desfolhador, surgiu em 1818; entretanto, nos E.U.A., existe uma patente de tomo laminador de 1840 concedida a Dresser e, na França, outra, concedida a Garand, em 1844. Neste processo, as toras possuíam, normalmente, 2m de comprimento e a velocidade de laminação situava-se na faixa de 4 a 5 m/min. Essas máquinas possuíam um ajuste vertical da lâmina de corte, e a barra de pressão já se encontrava em uso.
Mesmo sendo detentor de uma das maiores reservas florestais do mundo, e ainda possuir condições de solos clima extremamente favoráveis á implantação de florestas de rápido crescimento , o Brasil não é um importante fornecedor de produtos de madeira em nível internacional.
O Brasil tem uma participação expressiva na produção mundial de alguns produtos, como é o caso de serrados baseados em madeiras tropicais (11,3%) e ainda em chapas duras (8.1%). Para os demais produtos, a contribuição brasileira à produção mundial pode ser considerada como marginal, especialmente levando-se em conta a extensão territorial e a taxa de cobertura florestal do país.
Atualmente entre os países integrantes do MERCOSUL somente o Brasil não possui incentivos para a implantação de florestas.
Países ricos lideram agressões ao meio ambiente
A pressão destruidora dos países ricos e industrializados sobre o meio ambiente é duas vezes maior que a dos países pobres ou em desenvolvimento. Esta constatação faz parte do relatório do WWF - World Wild Life Fund for Nature (Fundo Mundial para a Natureza), que analisou, entre outros itens, a saúde dos ecossistemas florestais em 152 países comparando dados coletados nos últimos 25 anos. A Noruega lidera a lista, seguida pela Dinamarca, Estados Unidos, Kwait, Emirados Árabes e Austrália.
O varejo norte-americano movimenta US$ 61,3 bilhões em móveis por ano. As importações chegam a quase US$ 10 bilhões. Em madeira, especialmente de espécies moles, as importações representam 36% do consumo interno.
No caso de móveis, os Estados Unidos é hoje o maior mercado do mundo em móveis doméstico-residenciais. Além de ser o maior consumidor, os Estados Unidos também é o maior fabricante de móveis do mundo. Desde 1991, as importações de madeira mole têm aumentado 58%. No caso dos países da América Latina, excluindo-se o México, a participação ainda é pequena tendo como principal exportador o Brasil, com US$ 66,7 milhões, seguindo pela Argentina, com US$ 49,3 milhões, Chile com US$ 20,7 milhões, Honduras, com US$ 18,4 milhões e Costa Rica com US$ 12 milhões. Para os Estados Unidos, o Brasil é a maior fonte de produtos madeireiros da América Latina. O Canadá continua sendo o maior fornecedor de madeiras moles para os Estados Unidos.
Principais itens importados:
1. Móveis de quarto em madeira (Canadá)
2. Cadeiras de madeira (Malásia)
3. Mesas de jantar (China)
4. Camas (Canadá)
5. Móveis de cozinha (Canadá)
6. Mesas de cozinha (Malásia)
Destino das Exportações Brasileiras de Móveis
Em 1997, dentre os países da América Latina, o Brasil forneceu quase a metade dos produtos de madeira sólida, de boa qualidade, vindo a seguir o Chile, a Bolívia e o Equador. A perspectiva natural e que as importações norte americanas de madeira continuarão a aumentar até o ano de 2010 e, a médio prazo, estes mercados serão menos importantes para o Brasil, pois o produto passará a ser absorvido pelo próprio crescimento de demanda do mercado interno brasileiro.
Importações Norte-Americanas de Madeira Mole de origem não Canadense - 1998
Importações Norte-Americanas de madeiras do Brasil
Lei disciplina crimes ambientais (n. 9.605-98), as multas das infrações administrativas variam de R$ 50 a R$ 50 milhões, Já as infrações penais prevêem penas que vão de seis meses a cinco anos de cadeia. Na esfera administrativa, o Decreto arrola 11 modalidades de sanções, que vão desde a simples advertência até o embargo e demolição da obra; suspensão das atividades; restrição de direitos; reparação de dados e as multas.
O rigor está nos valores das multas.
Plantar florestas nos demais países do MERCOSUL custa 50% menos que no Brasil. Isto resulta dos incentivos e políticas eficientes de cada país.
Embora tímida no Brasil, certificação de procedência da madeira (selo verde) está se tornando uma prática comercial comum em vários países do mundo, como: Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Holanda...
O Brasil exporta apenas 20% da madeira que produz, razão pela qual o selo verde deve ser incentivado também no mercado interno.
No Brasil, além da floresta amazônica, estão em risco pássaros e mamíferos – 8% das espécies correm risco de extinção. O país é um dos maiores destruidores dessas espécies no mundo.
 

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